(self.SWG_BASIC = self.SWG_BASIC || []).push( basicSubscriptions => { basicSubscriptions.init({ type: "NewsArticle", isPartOfType: ["Product"], isPartOfProductId: "CAowwOzgCw:openaccess", clientOptions: { theme: "light", lang: "pt-BR" }, }); });

Estima Notícias!

Etima Notícias: Notícias positivas para fazer os homens felizes sempre. ISSN: 2966-4683

Advertisement

João Junior, um sobrevivente ao CPRJ conta como foram os dias de tortura e humilhação na prisão ilegal da branquitude brasileira.

“A vida toda eu fui rejeitado pela branquitude de modo implacável, sendo chamado de feio, pobre, grosseiro, nervoso, violento, agitado, pecador etc. Me mandaram para o esgoto global e eu sai de lá ainda mais lindo e pleno e totalmente desencalacrado de que aquilo que fizeram comigo não tem nada de cuidado ou civilizado. Fuim mandado para o “Centro Psiquiátrico do Rio de Janeiro” para ser cobaia de remádios, molestado sexualmente por um torturador (João Guerra) e destruido na autoconfiança de modo que após isso minha sempresas foram saqueadas e tive dizenas de bens roubados. O século XXI desmoronou e acredito que até que eu possa ter meu ressarcimento, deve se ter certeza que uma bomba atomica seja jogada no Brasil” diz o Cientista social que quase teve a vida destruida a mando das vizinhas do seu prédio, o edifício Maipu no Rio de Janeiro.

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *